Eu te vejo daqui a pouco.


Eu decidi me libertar. Como quem se sente presa à uma espécie de rótulos, sempre acreditei que eu precisava dar explicações. Não preciso. Nunca precisei. Então, eu espero que entenda que eu, agora e mais do que nunca, sou mais eu. Eu, agora e mais do que nunca, escrevo o que vem do coração, da mente e da alma. Eu escrevo porque eu sinto. E meu sentir é muito grande. Espero que tenha gostado dos meus devaneios e que eles tenham ajudado no sentir, no saber e no viver. 

Estarei sempre à disposição para as filosofias, as literaturas, as poesias, os poemas e as prosas da vida. Por isso, saio por aí, distribuindo palavras a quem quiser. E eu te espero para mais um pouquinho de conversa logo, logo. Até breve!